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Instruções aos Autores As instruções apresentadas a seguir devem ser consideradas como normativas na confecção e submissão dos manuscritos. O recebimento formal de cada manuscrito, dando início ao processo editorial (avaliação científica e diagramação) está obrigatoriamente vinculado ao atendimento das mesmas. Gerais 1. Cada manuscrito deve ser submetido, em três vias impressas e em meio eletrônico (CD ou DVD), através de uma carta de encaminhamento assinada pelo autor correspondente, ao seguinte endereço: Pesquisas em Geociências - Editor Chefe Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul Caixa Postal 15.001 CEP 91.501-970 Porto Alegre, RS, Brasil 2. A submissão de um artigo implica que: (i) o trabalho descrito não foi publicado anteriormente (exceto na forma de um resumo ou como parte de uma palestra ou de um trabalho de conclusão de curso, tese ou dissertação); (ii) o trabalho não está sendo avaliado para publicação em outro órgão; (iii) todas as informações apresentadas no manuscrito são de responsabilidade do autor signatário, bem como dos demais autores, partícipes do conteúdo submetido; e, (iv) se aceito, não será publicado na mesma forma por outro órgão. 3. Os manuscritos podem conter um total de até 40 páginas, incluindo referências, ilustrações e apêndices. Páginas excedentes poderão ser publicadas mediante consulta prévia. 4. Em meio eletrônico (CD/DVD), gravar os arquivos separadamente, nomeando-os conforme sua natureza, conforme exemplos: Texto do manuscrito (incluindo legenda das ilustrações): Scott et al - texto.doc Figuras: Scott et al - figura 1.cdr / Scott et al - figura 2.tiff Quadros: Scott et al - quadro 1.doc Tabelas: Scott et al - tabela 3.xls, Scott et al - tabela 4.doc 5. Serão aceitos para publicação artigos escritos em português, espanhol ou inglês. Para fins de registro e formatação editorial e gráfica, o idioma oficial da revista é a língua portuguesa. Estrutura e organização do texto 6. Utilizar o software MicrosoftWord para produção do texto, em papel A4, com todas as margens ajustadas em 2,5 cm, espaço duplo, fonte Times New Roman. Manter a formatação do texto o mais simples possível. 7. Recomendações sobre a formatação geral: (i) não usar texto justificado ou hifenização no processador de texto; (ii) usar negrito, itálico, subscrito, sobrescrito, etc., somente quando pertinente; (iii) não importar tabelas e equações de programas gráficos (use o processador de texto para criá-las); (iv) não utilizar notas de rodapé; (v) termos não traduzidos de outras línguas, diferente daquela a que se refere o artigo, devem constar em itálico; (vi) o emprego do termo apud como recurso à citação de obras não consultadas diretamente pelo autor é desencorajado, salvo em casos excepcionais. 8. Todas as páginas do texto devem ser sequencialmente numeradas na margem superior direita. 9. As páginas do texto devem ter linhas numeradas de modo contínuo. 10. Título do trabalho: alinhado à esquerda, em negrito, fonte tamanho 14. Manuscritos redigidos em português ou espanhol deverão ter o título vertido para língua inglesa. Manuscritos em inglês deverão ter o título vertido para a língua portuguesa. 11. Nome dos autores: tamanho 12, com a margem alinhada à esquerda, os nomes devem ser escritos em sequência, separados por vírgulas e “&”. O último sobrenome de cada autor deverá ser escrito em caixa alta. Indicar com * o autor correspondente, responsável pela submissão do manuscrito (p. ex.: Helena A. AMARAL*). 12. Vínculo institucional dos autores: fonte 9, deve ser referenciado em ordem numérica (p. ex.: Helena A. Amaral*1 & Carlos C. Silva2), sem abreviações logo após o nome dos autores, seguidos de endereços completos (caixa postal ou logradouro, CEP, cidade, estado, país), incluindo os respectivos endereços eletrônicos. 13. Resumo e Abstract: devem abordar de forma clara e concisa os principais dados apresentados no trabalho, com ênfase nos resultados obtidos, com igualdade de informação entre si. Devem conter até 20 linhas, em fonte 10, cada um em parágrafos únicos, sem citações bibliográficas. Em manuscritos redigidos em espanhol devem constar Resúmen e Abstract. 14. Palavras-chave e Keywords: lista de até seis termos, separados por vírgula. 15. Os títulos das seções (p. ex.: 1. Introdução, 2. Geologia, 3. Materiais e Métodos, 4. Resultados, etc.) deverão constar ordenadamente com algarismos arábicos, em negrito, alinhados à esquerda (sem recuo). Os subtítulos deverão ser ordenados com algarismos arábicos, alinhados à esquerda, em itálico (p. ex.: 3.1 Estratigrafia, 3.2 Geoquímica), assim sucessivamente. 16. Texto: todo o texto deve ser confeccionado em fonte 11, alinhado à esquerda, com primeira linha de cada parágrafo com recuo do lado esquerdo de 1,27 cm. 17. Agradecimentos: sem numeração, alinhado à esquerda, sem recuo, fonte de tamanho 10, incluindo-se, quando cabíveis, números de projetos/processos, agências de fomento, esclarecimento sobre a relação do manuscrito como parte constituinte de dissertações ou teses de doutoramento, etc. Ilustrações 18. Todas as ilustrações gráficas, imagens fotográficas ou fotomicrográficas, incluindo pranchas, deverão ser referidas como figuras. 19. Tabelas são ilustrações que armazenam informações numéricas, construídas com bordas laterais abertas. 20. Quadros são ilustrações contendo elementos textuais, construídos com bordas fechadas. 21. Em casos excepcionais, apêndices poderão compor o manuscrito, alocados após as referências. 22. O número das figuras, tabelas e quadros é independente (p. ex.: figura 1, figura 2, quadro 1, quadro 2, tabela 1), ou seja, há uma numeração própria para cada item, de forma sequencial. Quando necessário, as figuras poderão ser compostas, sendo subdivididas em A, B, etc. (p. ex.: figura 7A, 7B). 23. Os locais de inserção das figuras, quadros e tabelas devem ser indicados no texto com a expressão “inserir figura X”. 24. As legendas das figuras, quadros, tabelas e apêndices devem constar no final do texto, logo após as referências. 25. No texto, as ilustrações deverão ser citadas conforme os exemplos apresentados: “A coluna estratigráfica do intervalo estudado é apresentada na figura 5.” “Dos táxons registrados, somente G. occidentalis (Fig. 7A) e G. obovata (Fig. 7B-C) correspondem….” “As características pluviométricas da área estão listadas, por município, no quadro 2, enquanto os valores das temperaturas médias e precipitação são presentados separadamente (Tab. 3 e 4).’’ 26. Todas as ilustrações devem ser submetidas no tamanho em que serão publicadas, de modo a ocupar largura máxima de 16,5 cm e altura máxima de 24 cm, considerando o uso econômico dos espaços disponíveis e evitar espaços em branco internos. 27. As ilustrações devem constar após o texto, impressas uma por página, em qualidade e acabamento finais, numeradas à lápis no verso (ex: Scott et al. – fig. 1). 28. Independente do aplicativo usado para criar a ilustração, quando ela estiver pronta use o recurso “salvar como” ou “exportar” para um dos seguintes formatos: CDR: para desenhos vetoriais. TIFF: imagens coloridas ou em tons de cinza (mínimo de 300 dpi). TIFF: desenhos transformados em bitmap (mínimo de 1000 dpi). TIFF: combinação de desenho e imagem em tons de cinza (mínimo de 500 dpi). DOC e XLS: se a ilustração foi criada com qualquer um desses programas MicrosoftOffice, use-os como estão, mantendo suas respectivas extensões. 29. Ilustrações coloridas poderão ser publicadas na versão eletrônica da revista, desde que a mesma seja apresentada também na versão em preto e branco, com conteúdo equivalente. No caso de utilização de gradientes de cor (ex. tons de cinza), garantir que os tons escolhidos sejam discerníveis na forma impressa. 30. Recomendações adicionais: (i) não usar qualquer tipo de arquivo otimizado para tela (tais como GIF, BMP, PICT, WPG); (ii) molduras das figuras devem ter espessura compatível com os caracteres internos; (iii) em quadros e tabelas deixar visíveis somente as linhas horizontais e verticais; (iv) escalas gráficas devem ser expressas nas áreas das ilustrações; (v) todos os símbolos devem ser explicados convenientemente nas legendas gráficas (dentro da figura) ou na legenda textual; (vi) os menores símbolos ou letras devem ter uma altura mínima de 1 mm); (vii) sugere-se o uso da fonte Arial narrow para as ilustrações. 31. Não inserir figuras, quadros, tabelas ou apêndices no corpo do texto. Mesmo quando gerados no software MicrosoftWord, estes devem ser encaminhadas em arquivos separados. Referências 32. Ao longo do texto e nas legendas, as citações devem seguir os formatos dos seguintes exemplos: Santos (1970), Smith & McGregor (1956), Lange (1947a, 1947b), e para três ou mais autores: Lange et al. (1951). Quando entre parênteses, referenciar os vários artigos primeiramente em ordem cronológica e, como segundo critério, em ordem alfabética, conforme os seguintes exemplos: (Lange, 1947a, 1947b; Lange et al., 1951; Smith & McGregor, 1956; Axel, 1970; Smith, 1970). 33. As referências devem ser listadas ao final do texto, separadas entre si por um espaço simples, ordenadas em ordem alfabética de sobrenome do primeiro autor, seguido dos demais autores, seguindo-se, criteriosamente, os exemplos abaixo. Livros Passchier, C.W., Myers, J.S. & Kroner, A. 1990. Field geology of high-grade gneiss terrains. Berlin, Springer-Verlag, 150p. Capítulos de livro Brown, G.C. 1982. Calc-alcaline intrusive rocks: their diversity, evolution and relation to volcanic arcs. In: Thorpe, R.S. (Ed.). Andesites: orogenic andesites and related rocks. London, John Wiley, p. 437-460. Artigos em periódicos Andrés, M.F. 2008. Modelización del flujo em acuífero confinado sin discretización temporal. Boletín Geológico y Minero, 119(2): 273-282. Russo, R.W. 1997. Facies and facies models. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 256(3/4): 7-34. Russo, R.W. & Silver, P.J. 1996. Cordillera formation, mantle dynamics, and the Wilson cycle. Geology, 24(1): 5-35. Russo, R.W., Silver, P.J. & Ramos, V. 1994. Fluvial responses to climate and sea-level change: a review and look forward. Sedimentology, 33(supl.): 4-27. Sommer, F.W. 1959. Introdução ao estudo sistemático dos gêneros paleozóicos de esporos dispersos. II - Pollenites. Boletim do Departamento Nacional da Produção Mineral, Divisão de Geologia e Mineralogia, 197: 5-91. Trabalhos publicados em anais de eventos Schneider, R.L., Mühlmann, H., Tommasi, E., Medeiros, R.A., Daemon, R.F. & Nogueira, A.A. 1974. Revisão Estratigráfica da Bacia do Paraná. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 28., 1974, Porto Alegre. Anais… Porto Alegre, SBG, v.1, p. 41-66. Massoli, M. 1991. Relação entre o embasamento cristalino e os sedimentos basais do Subgrupo Itararé na região de Salto de Pirapora, SP. São Paulo, 94p. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-graduação em Geologia Sedimentar, Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo. Macedo, F.P. 1982. Petrologia do complexo granítico de São Gabriel, RS. Porto Alegre, 193p. Tese de Doutorado, Programa de Pós-graduação em Geociências, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Silva, W.G. 2008. Bioestratigrafia e variações relativas do nível do mar na Planície Costeira do Rio Grande do Sul: estudo da seção neogênica/quaternária do poço 2-CA-1-RS com base em registros palinológicos. Porto Alegre, 84p. Monografia de Conclusão de Curso, Curso de Geografia, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Relatórios internos e outras produções institucionais IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2004. Vocabulário básico de recursos minerais e meio ambiente. 2. ed., Rio de Janeiro, IBGE, 332p. IPT. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. 2002. Diagnóstico das condições das encostas marginais dos reservatórios dos rios Tietê e Paranapanema. São Paulo, IPT, 440p. (Relatório 23.302). Malcom, H.J. 1979. Report on biostratigraphical results of samples from Colorado Basin. Houston, EXXON/SIEXF, 152p. (Internal Report). IPT. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Mapa geomorfológico do Estado de São Paulo. São Paulo, Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia, 2 v., escala 1:1.000.000. Documentos em meio eletrônico (adaptar a natureza dos trabalhos conforme os exemplos) Frater, H. 1998. Landforms of the Earth. Berlin, Springer. 1 CD-ROM. Hinrichs, R. & Soares, A.P.P. 2001. Análise de metais pesados em pilhas e baterias. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOQUÍMICA, 8., 2001, Curitiba. Anais ... Curitiba, SBGq. 1 CD-ROM. Micheels, A., Bruch, A. & Mosbrugger, V. 2009. Miocene climate modeling sensitivity experiments for different CO2 concentrations. Palaeontologia Electronica, 12(2): 1-19. Disponível em: <http://palaeo-electronica.org/2009_2/172/index.html>. Acesso em: 05 out. 2009. Camargo, K.C. & Spoladore, A. 2009. Considerações geológicas e geomorfológicas sobre a distribuição de cavernas carbonáticas ao primeiro planalto paranaense. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ESPELEOLOGIA, 30., 2009, Montes Claros. Anais... Montes Claros. p. 1-17. Disponível em: < http://www.sbe.com.br/anais30cbe/30cbe_011-017.pdf >. Acesso em: 30 set. 2009.
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